DeROSE e nossa Cultura.

Post por admin no dia 31 August, 2009, às 18:15

DEROSE

Acesse o link abaixo e veja a entrevista do educador DeROSE gravada na Europa.

NOSSA CULTURA.

Faça sua vida valer a pena!

Post por admin no dia 26 August, 2009, às 19:40
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Alimentação e qualidade de vida

Post por admin no dia 19 August, 2009, às 10:59

qualidade de vida Texto escrito pela nutricionista Patricia Damé

A qualidade de vida é a conquista, resultado das nossas escolhas, de melhores condições físicas, ambientais, emocionais e psicológicas que o nosso corpo pode e deseja obter. Vejamos que coloquei aqui a palavra escolhas. E é você o sujeito principal desta escolha, desta qualidade que está sendo construída. Ao escolhermos, determinamos com o que vamos construir o nosso corpo, e em consequência, a nossa vida.

Evolução do corpo e do ambiente: a não-sintonia.

Você se veste de acordo com a última moda, anda em cidades modernas, dirige o seu carro hiperconfortável, tudo norteado pela evolução tecnológica em constante crescimento. Porém, o seu corpo digere, absorve, metaboliza, excreta os alimentos e nutrientes de forma muito parecida de como o fazia o seu ancestral da idade da pedra. O seu coração, pulmões, músculos e cérebro, fisiologicamente evoluiram numa velocidade bem menor do que os padrões externos de vida. A alimentação vem mudando numa velocidade muito superior a da adaptação do corpo humano a essa nova onda de vida. Os alimentos industrializados produzidos hoje, nos países desenvolvidos, são geralmente muito mais ricos em gorduras, açúcar e sal e pobres em fibras, vitaminas e minerais do que os alimentos silvestres consumidos por nossos ancestrais. Um padrão que não oferece um combustível adequado para a corrida intensa que realizamos a cada dia. Por outro lado, o estilo de vida moderna levado pela maioria das pessoas oferece pouca atividade física quando comparado aos nossos antepassados.
Resultado: Manifestações do corpo de que algo está errado: deformações (obesidade), falha de mecanismos importantes do funcionamento corporal (doenças cardíacas, derrame cerebral), saturação dos mecanismos de defesa e seleção do corpo (insuficiência renal, cirrose e outros problemas no fígado). E o que a vida moderna nos oferece como solução: remédios para aliviar estas manifestações e esquecermos o porquê do surgimento destes problemas.

Alimentação: Pense no que o seu corpo precisa e não no que está disponível.


A alimentação que garante a qualidade de vida é a mais adequada ao nosso corpo humano (com todas as suas características ancestrais aos dias de hoje) e não a que está disponível nos nossos arredores.
O corpo humano está constantemente em movimento, necessitando sempre de energia para manter os músculos ativos, os órgãos saudáveis, a sincronicidade desta máquina em perfeito funcionamento. A energia que o corpo utiliza vem indiretamente do sol, por meio das plantas. As plantas capturam e armazenam a energia do sol nos seus tecidos durante o seu crescimento. Quando você come alimentos derivados de plantas, tais como frutas, grãos, sementes, você obtém e utiliza a energia solar que elas armazenam. Escolhendo os alimentos mais vivos, você obtém mais energia, e, por consequência, mais disposição.

O ser humano descobriu que comer açúcar em excesso faz mal à saúde (note que eu frisei “em excesso”). O que foi feito? Desenvolvemos adoçantes que são substâncias, muitas vezes, sintéticas com o poder de adoçar 100 vezes maior do que o poder de adoçar do açúcar. O que as pessoas fizeram? Continuaram a comer em excesso estes adoçantes. O que se descobriu? Que o consumo destes adoçantes estava modificando o paladar humano e que as pessoas que tinham este consumo perdiam o paladar pelos alimento frescos e aumentavam o desejo de coisas doces, descontralando o seu centro de saciedade. Tudo isto porque o problema do açúcar não foi bem resolvido. Se o problema era comer açúcar em excesso. Resolvamos este problema, educando as pessoas a comer com moderação e de uma forma compatível com o que o corpo pode digerir e metabolizar. Me parece que criar uma substância não compatível com o metabolismo humano, só piorou o problema.
Pense agora com seria a alimentação ideal e compatível com o seu estilo de vida (não há uma regra geral para toda humanidade, cada indíviduo tem uma alimentação que se adapta melhor ao seu corpo). A fórmula é muito simples: escolha dos alimentos x hábitos coerentes. Como já vimos, a escolha deve ser feita visando incluir na sua alimentação os alimentos mais frescos e cheios de energia, ou seja, alimentos de verdade: cereias, leguminosas, frutas, vegetais (e não coisas sintéticas e processadas). Um ótimo truque é olhar para a cor do seu prato. As vitaminas e minerais provêm de alimentos muito coloridos. Se no seu prato tudo se parece, você está deixando de obter uma vasta gama de nutrientes. (e cuidado: os corantes podem reproduzir todas estas cores de que estamos falando, mais uma vez, buscando os alimentos frescos e de verdade, vocês não terá dúvidas que está comendo de uma forma saudável).

Sobre o hábito que deve nortear a alimentação a palavra chave é moderação. O ser humano moderno vêm mostrando um padrão péssimo à saúde: não ter tempo para comer. Não tendo tempo para comer, o faz com uma rapidez incrível. Assim, come sem prestar atenção, não percebendo o que comeu, o cérebro não emite sinais de saciedade e a pessoa, não saciada, quer comer mais. E assim, entramos num ciclo vicioso que resulta em todos os males que já comentei. Este fato associado à imensa oferta de alimentos e o estilo de vida de abundância, como buffets livres, restaurantes all you can eat (restaurantes americanos que oferecem toneladas de alimentos e estimulam as pessoas a comer tudo o que elas puderem), hipermercados, gera uma catástrofe corporal. Inspire-se no estilo francês de comer, de preparar alimentos de verdade e comer numa quantidade adequada, apreciando ao máximo esta refeição.

Aproveite, os alimentos são uma fonte imensa de prazer, e há uma infinidade deles que fazem bem ao nosso corpo e as nossas emoções: frutas, verduras, cereais, legumes, iogurtes, nozes, sementes, especiarias, até mesmo doces e chocolates quando consumidos com coerência garantem um estilo de vida leve e gostoso!

Zen essa!

Post por admin no dia 18 August, 2009, às 20:37

zenessa Por Renata Junqueira

Eu nunca entendi por que toda vez que eu dizia ser instrutora de Yôga as pessoas me olhavam, faziam uma cara estranha, uniam as palmas das mãos e diziam – Ahh, por isso que você é meio zeeeen!
Zen, eu? Até parava para pensar alguns instantes tentando achar alguma semelhança. Mas sinceramente, nunca encontrei.

Mas então porque zen?

Maldita praga do paradigman ambulante e da desinformacionite aguda. Os ocidentais tendem a achar que tudo o que vem do oriente é a mesma coisa. Taichi, mocha, dô in, ayurvêda, zen, Yôga, Budismo, Hinduísmo…tudo oriental. Pode-se misturar tudo, bater no liquidificador, colocar para assar e isso vai resultar em uma única palavra: ZEN. Só se for ZeNoção do que você está falando.

Desculpe acabar com sua ilusão, mas o oriente não é um lugar só e muito menos tem uma cultura homogênea. Estão inclusos no oriente; a China, o Japão, a Índia, os Emirados Árabes, a Rússia, a Turquia etc. Cada qual com seu povo, sua cultura, sua religião, seu costume e sua língua.

Zen é uma variedade do Budismo japonês e se originou não tem nem 3.000 anos. Yôga faz parte do Hinduísmo e tem sua origem há mais de 5.000 anos. Além disso, o Budismo é considerado uma heresia do Hinduísmo, isto é, a doutrina budista contesta o Hinduísmo. Resumindo, eles no mínimo discordam um do outro.

O que será que eles tem em comum então? A proposta? Não. A filosofia? Não. A origem? Não. A prática? Não. A cultura? Não Pelo menos a finalidade eles tem em comum não é mesmo? Não.

Pois é, nada em comum mesmo. Mas agora você já sabe. Yôga é Yôga, Zen é Zen. Ambos são diferentes entre si como física e educação física.

Nada contra o zen e o Budismo, mas…o que eu que faço Yôga tenho a ver com isso?

Não é sua culpa fazer essa confusão. Nossa sociedade moderna se apropriou do nome Yôga e foi adaptando seu conteúdo original de acordo com as limitações da nossa cultura e transformando-o segundo as necessidades dos nossos tempos. Isso chegou ao extremo ponto de desassociar completamente o Yôga com suas raízes, como se chamássemos de balet uma luta marcial contemporânea para homens. Percebe o tamanho da deturpação? Com o Yôga é a mesma coisa.
Místico, terapêutico, relaxante, seita, ginástica, massagem, são apenas alguns atributos deturpados que se associam ao Yôga.

É por essas e outras que procuro tirar a palavra Yôga do meu vocabulário. Hoje quando me perguntam qual é a minha profissão digo que sou Instrutora do Método DeRose. Ai ninguém faz confusão, afinal quem conhece sabe, o Método DeRose é outra coisa.

Acesse o site da instrutora do Método DeROSE Renata Junqueira ArteDeBemViver.

Método DeROSE Itaim na Band News FM

Post por admin no dia 12 August, 2009, às 12:36

radio_pg

Recebemos a jornalista Barbara Gancia, colunista da Band News FM e da Folha de S.Paulo, para uma aula do Método DeROSE em nossa escola no Itaim.
Em seu programa Invasões Bárbaras, para a rádio Band News, a jornalista se coloca em diversas situações, e conta de forma divertida suas experiências.
Acesse o link MÉTODO DEROSE E BAND NEWS e ouça esta matéria.

OBS: ao adentrar a página da Band News, acesse a matéria do dia 27/7 entitulada Desvendando os mistérios milenares do Oriente para saber o que é que o Yôga tem.

Karma

Post por admin no dia 10 August, 2009, às 13:12

acao_reacao

Por Daniel De Nardi

A lei universal de causa e efeito que os hindus chamam de karma sempre fez parte do conhecimento intrínseco do ser humano. Aqui no ocidente, este conceito é exemplificado pela famosa expressão “colherás aquilo que plantou”. E como toda ação gera uma reação, nosso destino vai sendo traçado cotidianamente de maneira bem mais previsível que imaginamos.
Se queremos mudar o rumo de algum aspecto da nossa vida, temos que antes de mais nada, conhecermos os fatores que motivam nossas ações.

Agimos intimamente influenciados por aquilo que nos dá prazer ou pela possibilidade de uma recompensa futura que produzirá este tipo de sensação. Do mesmo modo, evitamos o que gera dor. No entanto, quando somos crianças, o bom e o ruim ainda são bastante subjetivos. Com o tempo, estes conceitos passam a ser moldados pelos nossos educadores e mais adiante pelos colegas de trabalho. Sendo assim, o meio cultural que convivemos determina a avaliação de boa parte dos nossos sentidos, e conseqüentemente das nossas ações que determinarão nosso destino.

Sabendo da influência que estes dois grupos têm em nossas atitudes cotidianas, podemos ter uma boa noção da direção de diferentes aspectos da nossa vida se nos compararmos com eles. Afinal, como agimos sob a influência de sensações condicionadas, teremos um futuro bastante parecido com o daqueles que nos condicionaram. Por isto, desejando saber como estará sua saúde daqui 10, 20 ou 30 anos, basta fazer uma média entre familiares e colegas de profissão que possuem a idade na qual você deseja pesquisar. O mesmo vale para conta bancária, tipo de relacionamento e cultura adquirida.

Se tivermos consciência deste fato, não teremos nossa vida presa a um determinismo permanente. Para mudar nosso destino, precisamos mudar as ações (condicionadas) que realizamos cotidianamente e que estão nos levando para a mesma direção dos nosso pais e colegas de trabalho. Temos em nossas mãos uma incrível ferramenta para modificar nosso futuro se fizermos reflexões como estas. Minha cintura tende a estar deste tamanho A NÃO SER QUE…

Este A NÃO SER QUE… que fiz questão de frisar é a grande chave para uma mudança do nosso destino. É este tipo de reflexão que, sendo transformada em ação, mudará efetivamente o nosso rumo.

Estarei com esta qualidade na minha saúde aos 30 anos, A NÃO SER QUE… comece a dormir mais e me permitir algumas horas de lazer semanais.

Estarei com esta circunferência na cintura aos 40 anos, A NÃO SER QUE… comece a cuidar mais da minha alimentação e fazer alguma técnica corporal.

Estarei com este patrimônio acumulado aos 50 anos, A NÃO SER QUE… poupe 10% do que eu ganhe e invista em imóveis ou mude de profissão.

Os exemplos citados acima são todos muito óbvios, mas é esta obviedade que nos conduz, como cantou Elis Regina “a sermos os mesmos e vivermos como os nosso pais.”

Acesse o site do instrutor Daniel De Nardi ASSIM FALOU DE NARDI

Apoiamos a Campanha do Agasalho

Post por admin no dia 4 August, 2009, às 13:03

jose serra e derose

Trecho extraído do site YÔGAPRESS

” José Serra, atual governador do Estado de São Paulo, esteve presente na cerimônia de encerramento da Campanha do Agasalho, promovida pelo Fundo Social de Solidariedade e realizada na tarde de hoje, 29/7, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

A Rede DeRose participa ativamente do processo de arrecadações para o Fundo de Solidariedade desde 2004, tendo as Unidades credenciadas como postos de arrecadação todos os anos.”

DeROSE e os instrutores do Método DeROSE

Medite!

Post por admin no dia 3 August, 2009, às 18:55

derosefoto: educador DeROSE – década de 70.

Por Tatiana Marcondes

Meditar, segundo Patánjali, é parar as ondas mentais.

Realmente isto não é fácil, pois é incontável a quantidade de pensamentos que produzimos em tão pouco tempo.
Assim como necessitamos alimentar nosso corpo, a mente se abastece de pensamentos, vinte e quatro horas por dia, trezentos e sessenta e cinco dias por ano. Ao olhar algo, tocar alguém, sentir um perfume, degustar um alimento ou ouvir uma música, você está dando à mente aquilo que ela mais gosta: o seu alimento, a dispersão.

Pensar interruptamente é natural, e faz parte da condição humana. Por esta razão é tão difícil trabalharmos com a mente de outra forma. Na teoria é simples adentrarmos num estado de meditação, porém na prática torna-se mais complicado do que imaginamos, pois é necessário trabalho e treinamento constante durante um longo período de tempo.

Para suspender o fluxo dos pensamentos precisamos primeiramente não estimulá-los. O treinamento inicial consiste em abstrair os sentidos. No Yôga, este treinamento denomina-se prátyahára. Veja no livro Tratado de Yôga do educador DeROSE, página 553, algumas técnicas interessantes.

O próximo passo é restringir ainda mais nossas dispersões. Desta forma, passamos a treinar dhárana, que no Yôga consiste em manter a mente focada em apenas um objeto de concentração. Neste estágio, torna-se muito mais fácil fazer com que a mente passe a fluir sem nenhuma restrição da lógica e dos pensamentos.
É importante frisar que apenas o alcance do estado de meditação não faz com que o praticante atinja a meta do Yôga, que é o samádhi, ou melhor, o estado de hiperconsciência e megalucidez. Este objetivo só é alcançado quando a prática da meditação integra-se às outras técnicas do Yôga.
Para tudo na vida, quando queremos realizar sonhos e alcançar objetivos, não há outra forma senão o trabalho constante, portanto não se esqueça da famosa frase: “ não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje”. Comece agora o seu treinamento.
SwáSthya!

Acesse o site da instrutora do Método DeROSE, Tatiana Marcondes www.maisyoga.wordpress.com